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riscos_e_rabiscos

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O tempo passa a correr!

Faz hoje 12 anos que eu comprei a minha casa. O tempo passa a correr, como se fosse areia a escapar-se por entre os dedos.

Parece que foi ontem. Uma casa em segunda mão que nos deu muito trabalho para a colocar em condições, muitos sacrifícios para a rechear e, acima, de tudo, para a pagar.

Mas que o meu castelo altaneiro seja sempre um lugar de refúgio e de felicidade!

E este era mais um excelente dia para ficar em casa!

 

Ah pois é! Para começar muito bem o dia, debato-me uma teimosia com o meu computador... clica para aqui, pensa para ali, clica para aqui, pensa para ali e não passávamos da cepa torta! Pensei cá para os meus botões Ai és assim para mim? Espera lá que já te trato da saúde! Um, dois, três... RESTAURO DO SISTEMA! Toma lá e não refiles! E foi mesmo remédio santo pois normalizou tudo.

 

Depois de imprimir o que não estava a conseguir, despachei-me e saí mais cedo de casa para ir para a escola. Estive à espera de um BUS 20 minutos! Eu só pensava Onde estão os que passam a esta hora? E olhava para o relógio, meia confusa. De repente, fez-se um clique no meu pobre cérebro já desfeito por causa do despique com o computador. Então era dia de greve do Metro e eu nem me lembrava?!? Mas porque me haveria de lembrar se não o utilizo e, exceptuando hoje, nunca me afecta? Hum.

 

Em suma, mesmo não precisando do Metro, fui afectada pela sua greve: 20 minutos de espera por um BUS, a respectiva perda daquele que me leva à escola quase todos os dias e consequente atraso às aulas. Fiquei com meia hora para passar tempo até chegar o seguinte. Decidi ir tomar um café.

 

Peço o café e, enquanto o adoço, chega um homenzito que fica ao meu lado e também pede um café. Subitamente, toca-me no braço todo embaraçado, a pedir-me desculpa: tinha entornado o café e qu-a-se que me deu um banho. O homenzito ficou tão melindrado e a sentir-se mal que eu só lhe disse Deixe lá, acontece a todos... e se me tivesse caído todo em cima não fazia mal... até estou vestida de castanho! E coloquei um sorriso no rosto para minimizar a coisa, enquanto o homenzito me pedia mais de mil desculpas.

 

Cheguei atrasada dez minutos à escola mas cheguei. Podia ter avisado que ia chegar atrasada? Poder, podia mas não o fiz. Um outro dia em que cheguei  cinco minutos atrasada, liguei para todo lado a pedir para avisarem do meu atraso e, no fim de contas, quando lá cheguei ninguém tinha sido avisado. Conclusão: poupei dinheiro no telemóvel e o efeito foi o mesmo!

 

Ninguém Me Levou...!

E eu também queria ir...

ao concerto da Madonna!

 

chuif!

Já sei que vai ser um arraso e blá, blá, blá.

Aproveitem para fazer pirraça.

Pode ser que eu aprenda a não me esquecer

de determinadas coisas, como por exemplo,

de comprar bilhetes para os concertos!

 

 

 

 

Time goes by so slowly
Time goes by so slowly
Time goes by so slowly
Time goes by so slowly
Time goes by so slowly
Time goes by so slowly

Every little thing that you say or do
I'm hung up
I'm hung up on you
Waiting for your call
Baby night and day
I'm fed up
I'm tired of waiting on you

Time goes by so slowly for those who wait
No time to hesitate
Those who run seem to have all the fun
I'm caught up
I don't know what to do

Time goes by so slowly
Time goes by so slowly
Time goes by so slowly
I don't know what to do

Every little thing that you say or do
I'm hung up
I'm hung up on you
Waiting for your call
Baby night and day
I'm fed up
I'm tired of waiting on you

Every little thing that you say or do
I'm hung up
I'm hung up on you

Waiting for your call
Baby night and day
I'm fed up
I'm tired of waiting on you

Ring ring ring goes the telephone
The lights are on but there's no-one home
Tick tick tock it's a quarter to two
And I'm done
I'm hanging up on you

I can't keep on waiting for you
I know that you're still hesitating
Don't cry for me
'cause I'll find my way
you'll wake up one day
but it'll be too late

Every little thing that you say or do
I'm hung up
I'm hung up on you
Waiting for your call
Baby night and day
I'm fed up
I'm tired of waiting on you

Every little thing that you say or do
I'm hung up
I'm hung up on you
Waiting for your call
Baby night and day
I'm fed up
I'm tired of waiting on you

 

Mental Inactivity

                                       

Hoje estou assim a modos que para o sem inspiração. Não é que não hajam temas. Há é preguiça mental.

 

Era para escrever um post erótico – que parece ser o que está na moda na blogosfera – mas sou uma moça muito recatada, ingénua e desconhecedora dessas coisas. Além disso, a minha religião não me permite nem falar, nem praticar estas coisas. Fico só mesmo pela especulação imaginária do assunto.

 

Como não posso falar de coisas para atrair pessoal ao blog – cof! cof! cof! –, vou ter de falar de uma coisa cinzenta e chuvosa: o meu dia!

Não podia ter corrido melhor… Sempre que saí à rua não choveu! É estranho, não é? Nada normal, eu até diria.

Nem quando fui tomar o descafé-despertador-do-sono, nem quando fui ao banco e nem quando fui ou vim da minha explicação… Isto não é normal.

Devem ter tido pena de mim por causa da molha de ontem… é a única explicação plausível!

 

Ai que vidinha tão triste nestes dias de chuva. Não apetece fazer nada senão ficar na cama estendida, a papar todas as porcarias da TV ou então ler um belo livro. Mas eu sou do contra. Por isso, vim tratar dos meus affairs aqui na net e dar dois dedos de conversa com alguns amigos, como é hábito, de resto.

 

Ainda me diverti um pouco com o meu amigo PSP, mas não me pude esticar muito. Ele estava preguiçoso. Por isso, mandei-o ir beber uns copos com o amigo photoshop e vim refugiar-me aqui para escrever este post!

Um Susto do Caraças!

 

Oito e meia da manhã. Sono profundo. Toca o telemóvel. Bolas! Esqueci-me de desligar o raio do telemóvel ontem à noite… Olho para o número, não conheço. Penso que deve ser alguém a bombardear-me de algum call center para me impingir um serviço. Desligo o telemóvel e volto-me para o outro lado da cama.

 

Após mais um tempinho de sono, volto a ligar o telemóvel. Desta vez são as SMS. Uma a dizer que alguém ligou e a outra da minha prima. “Tens uma grande inundação no teu prédio.” Glup! Mas o que aconteceu?! Então com a chuva torrencial não aconteceu nada e agora é que há uma inundação?!

Vestir em 30 segundos e voar até minha casa. Fiz um grande filme pelo caminho. Já estava a ver um rio a escorrer escadas abaixo, imaginei abrir a porta e levar com uma onda em cima, ver tacos do chão a boiar e o sofá e o colchão da cama encharcados até à última partícula.

 

Chego à minha rua, vejo uma série de pinos e 2 sinais. Epá, a coisa parece estar mesmo mal. Mas depois chego à porta do meu prédio e está tudo seco. Que raio… Abro a porta e… tapete da entrada encharcado e de certeza que vai apodrecer todo. Começo a subir a escada. Rés-do-chão com tapetes encharcados. Continuo a subir. Terreno seco. Continuo até chegar ao terceiro andar. Tudo seco. Enfio a chave na fechadura e giro a chave, na expectativa de ver o que iria acontecer. Nada! Tudo na sua placidez habitual e tudo sequinho.

 

Resumindo, deve ter rebentado algum cano no rés-do-chão. Provavelmente quem me ligou deve ter sido a administradora que é mais chata que eu sei lá o quê e é completamente incapaz de fazer o que quer que seja ou de tomar uma decisão. Só é boa pra melgar o pessoal quando nos cruzamos nas escadas e para cortar na casa.

Só vos digo uma coisa… Ca susto!!!

 

Em Fase de Provação!

Hesitei em colocar aqui todos os pormenores da minha cirurgia, Mas depois pensei que poderia ser útil a alguém que fosse passar pelo mesmo que eu. Pesquisei sobre o assunto para saber o que realmente me esperava, mas não encontrei nada de específico, concreto e objectivo. Daí a minha decisão em contar tudo.
 
Fiz o internamento no hospital Fernando Fonseca às 9 horas da manhã. Fui acompanhada pelo N., pela minha mãe e pela minha sogra que, por norma do hospital, teve de esperar lá fora.
 
Mandaram-me esperar numa sala até que me chamassem. Após mais de uma hora de espera, veio um auxiliar buscar-me e a outras pessoas para fazermos os exames pré-operatórios.
O 1º exame que fiz foi as análises. E aqui tem início a fase da minha vida a que eu chamo PROVAÇÃO.
Fui a última do grupo a fazer as análises e a que mais tempo levou. Acontece que as minhas veias são muito fininhas e dançarinas, pelo que as analistas têm sempre dificuldade em picar-me ( só uma vez e no sítio certo!). Daí o meu medo de agulhas.
Apesar da analista ser uma moça nova, devia ter bastante experiência pois, apesar das dificuldades acertou à primeira. Mas mesmo assim fiquei com o braço negro. De seguida, fiz o ECG e o Raio X.
Voltámos todos, novamente, para a sala de espera.
 
Finalmente, começaram a chamar-nos para nos atribuir cama. O atraso na sua atribuição deveu-se ao facto destas serem poucas para os homens.
Eu era a única mulher. Foi-me atribuída a cama 19 do maior quarto feminino daquela ala.
Troquei a minha roupa pela do hospital e mandaram-me vestir umas meias brancas elásticas acima do joelho, horríveis e apertadas. Ainda por cima tenho a “coxa grossa”. Não as suportava e dobrei-as até à hora da cirurgia. Fui alvo de gozo pois parecia o Dartacão.
 
Depois vieram fazer-me algumas perguntas para colocar no meu processo. Eu estava à espera, a qualquer momento, de outra coisa que eu tanto temia: a colocação do cateter. Veio um enfermeiro novo ter comigo para o colocar. Novamente palpação das veias e a constatação de que elas são muito chatas. Expliquei-lhe que o meu braço esquerdo era melhor pois é onde me picam sempre, ao que ele respondeu, com are de “papo seco”, que não tinha nada a ver e começou a colocar-me à mesma o cateter na mão direita. De repente, diz-me “já não dá, a veia já rebentou”. Só me apeteceu mandá-lo para o inferno. Eu não o tinha avisado?! Tinha de o colocar na mão esquerda e passar por aquelas dores de novo.
 
A esta altura, eu já estava cheia de dores de cabeça de não ter comido nem bebido nada em todo o dia. Só pude comer até às 7.30 da manhã e com 4 clisteres em cima estava fraquíssima. Já nem fome sentia.
 
Eram 18.40 vieram buscar-me para a cirurgia. Tinham-me dito que seria operada depois de almoço…
Veio um auxiliar chanfrado buscar-me, Desatou a empurrar a maca com toda a força e a correr. Não sei como não tive um acidente de percurso, tipo ir contra alguma parede ou esquina.
Quando cheguei ao bloco, mandaram-me passar para uma maca tipo passadeira rolante que me passou para outra maca do outro lado do bloco operatório.
Já não podia escapar, agora é que iam ser elas!
Entrei na sala de cirurgia e foi tudo muito rápido (pelo menos pareceu). As anestesistas eram simpáticas e bem dispostas. Tinha chegado o momento da raquianestesia (tipo epidural). Levei 6 ou 7 picadelas na coluna. Algumas doeram-me, outras nem por isso. Imediatamente comecei a sentir uma sensação estranha nos dedos dos pés. Era a anestesia a fazer efeito.
Pensei que não iria sentir dor mas que iria sentir o que iam fazer. Mas afina enganei-me porque não senti absolutamente nada.
Assim que começaram o procedimento cirúrgico, senti um cheiro a chamuscado e perguntei se aquele “cheiro a churrasco” era meu. Riram-se e reponderam-me que sim. Supus , então, que estariam a utilizar laser.
Entretanto, comecei a sentir-me mal disposta. Pudera! Com aquela dose brutal de anestesia… Elas injectaram-me uma substância para que me parasse a indisposição e não vomitasse.
A cirurgia não me pareceu que tivesse durado muito tempo mas a verdade é que não tenho consciência do tempo que estive lá dentro.
 
Fui para a sala de recobro e vinham constantemente ver-me e perguntar se estava bem e se já mexia as pernas. Levei muito tempo a mexer qualquer coisa. Via tudo a ir embora e eu a ficar ali. Primeiro mexi a anca e só depois foi a vez das pernas embora não tivesse qualquer percepção do seu movimento. O nosso cérebro é mesmo uma coisa fenomenal!!
 
Voltei, depois, para o quarto e só então me apercebi das horas pelos relógios dos corredores. Eram 21.30!
Quando cheguei ao quarto, estavam lá o N. e a minha mãe que, por especial favor, foi-lhes permitido que ficassem à minha espera.
 
Deram-me uma chazinho – única “refeição” desse dia - às tantas da noite e continuei naquela sonolência que deve ser própria. Apesar da sonolência, não consegui dormir nada:
 
1º As meias elásticas apertavam-me e eu não as podia tirar ( fiquei cheia de vergões vermelhos);
2º Estava sempre a tentar mexer os dedos dos pés ( o que só aconteceu já quase de manhã);
3º Doía-me as costas de estar tantas horas naquela posição;
4º Olhava, sistematicamente, pela janela para ver se já era dia (a vontade de sair dali era tanta…!)
5º As minhas colegas de quarto deram um “concerto” espectacular. Cada uma ressonava à sua maneira e uma delas completava o concerto com uns “acordes vindos do interior” fora de série.
 
A meio da noite vieram dar-me mais uma injecção. Desta vez na barriga. “Não vai doer nada, querida”, disse a enfermeira e… Pimba! “não dói nada o caraças”, pensei eu com uma sensação de dor/ardor na barriga. Mas depois de tntas picas, foi só mais uma.
 
Finalmente, a amanhã chegou. Estávamos todas ansiosas pela alta. Enquanto esperávamos, fomos tomar banho, tomar o pequeno-almoço (há mais de 24 horas que não me passava nada pelo estreito), vestir e esperar.
Por fim, a médica veio observar-me, falar comigo, fazer-me várias recomendações, dar-me alta e marcar nova consulta.
 
Liguei ao N. para me ir buscar mas como tinha “encomendado” o meu almoço teria de esperar um bocadinho. Como só podia comer coisas moles, a ementa era sopa, empadão e torta de coco. CHLEP!
Quando o almoço chegou, as minhas papilas gustativas bateram palmas de contentamento. Primeiro a sopa: Arrrgh! Sem sal, sem azeite e muiiita batata. O segundo prato: Hã?! Não se enganaram? Onde está o meu empadão?!? Almôndegas de peru… I hate PERU! E a sobremesa?? Quem a comeu? Minha rica tortinha de coco! A torta tinha sido transformada em… BANANA! Chuif!
Vim-me embora desolada por não comer a minha tortinha e ter sido enganada…
 
Agora estou na fase mais crítica disto tudo. Tenho de ir todos os dias ao centro de saúde fazer o penso à minha fístula e à minha fissura descoberta no acto da cirurgia. Não me bastava um mal, tinham que ser dois. Dependo de terceiros para me tratarem porque eu não chego lá. É o n. que é o “enfermeiro” pois a minha mãe não consegue e a minha sogra ia tendo um piripaki. Parece que a cratera é bem grande. É uma ferida aberta que tem de secar de dentro para fora. Isto é coisa para mais de um mês :/. Quase não consigo andar – tenho aquele “duck walk” – e sentar é um pouco complicado. Passo os dias a ver TV deitada ou a ler qualquer coisa que não exija muito da minha pobre molécula. Aos terceiros falta um cadinho de paciência e compreensão. Só quem passa por isto sabe dar o valor.
 
Como já devem ter percebido, o ridículo está sempre presente na minha vida, mesmo nas horas menos prováveis. Pelo menos deixa histórias para contar…

NÃO QUERO...!

Hoje acordei triste, desolada, sem vontade de nada e com um sentimento de inutilidade total. Não me apetecia sair da cama, nem comer mas só chorar. Chorar até não ter mais lágrimas.

Apetecia-me enfiar-me numa concha onde me pudesse refugiar do mundo inteiro. Apetece-me desistir de tudo. 

Não quero ser operada, não quero estar desempregada, não quero que a minha mãe esteja sempre a reclamar, não quero que o N. esteja longe, não quero não ter ninguém para conversar e rir, não quero estar sozinha, não quero… NÃO QUERO!!!

Queria uma vida nova para mim, queria poder mudar a minha vida, sem ter de depender de decisões de terceiros.

Queria voltar à minha infância e adolescência e aos momentos felizes que aí vivi.

estou cansada de lutar  e de não ser valorizada por isso. Estou cansada que a minha mãe imponha a sua vontade. Nunca nada está bem a não que seja ela a fazer. É desgastante e cansativo. É preciso paciência infinita. E ela não aceita que se lhe diga nada pois fica muito sentida. Tornou-se uma mulher amarga e implicativa. Não tenho memória da minha mãe ser carinhosa comigo, não me lembro do último beijo dado com carinho.

Como hoje estou imprópria para consumo, limito-me a ficar em casa. Não saí de casa nem para beber um café. Passei o tempo a ver a porcaria que passa nas nossas televisões. Nem a Tv cabo tinha programações interessantes. Entretive-me a ver porcarias na TV e a comer porcarias.

Amanhã veremos que estratégias vou arranjar para passar mais um dia de tédio.

Hoje não quero ouvir nada!

O N. foi-se embora como sempre porque amanhã é segunda-feira e é dia de trabalho. Férias, só quando for operada eu.

Lá voltei pra gritaria e confusão. Quanto mais me apetece silêncio e paz mais gritaria e confusão tenho à minha volta. Ora é com o meu pai ou com o meu irmão ou comigo ou com o cão! Ela tem sempre que reclamar de tudo! E implicar também... Pra ela, só ela é que sabe fazer as coisas. Serão todas assim?

Ela é muito boa pessoa, é amiga, é preocupada e super mãe-galinha. Mas tem um feitiozinho...!

Eu também tenho... às vezes... devo ter herdado algum bocadinho dela e o resto foi aquilo que a vida me ensinou.

Mas hoje não me apetece ouvir as "melguices" dela. Aliás, não quero ouvir. Por isso, nem respondo para não entrar em contradição com ela, senão temos direito a sermão e missa cantada.

E hoje estou doente. Dói-me tudo. Da ponta dos cabelos aos dedos dos pés. e depois tou naquela fase. Que pra mim é super dolorosa. Por isso, hoje não quero ouvir... nada!

Ainda bem que amanhã não vou trabalhar... fora de casa. Tenho as avaliações e relatórios de 9 turmas para fazer para a CMA. Grande seca. O que mais me chateia é que, de certeza, ninguém vai ler isto... melhor, ninguém vai olhar para isto. E ainda dizem que os profes não trabalham... não trabalham pouco!

Hoje fico por aqui. Não me apetece ouvir nada e falar (escrever) também pouco.

CYA!

P.S. - Continuo à espera de cavalheiros simpáticos, gentis e corajosos para se inscreverem na minha base de dados. Com tantos cuscus a espreitar o meu blog, não acredito que não haja ninguém com este perfil :P

Para não quebrar o ritmo...

Ora, hoje não há muito a dizer. dia de cacarácá, enfiadinha em casa de volta do computador e dos negócios, acompanhada pelo amigo Bóbi.

Resolvi só escrever meia dúzia de palavras para não perder o ritmo. é que se me começo a baldar, está tudo estragado e, certamente, os meus fãs iriam ficam muito tristes. E eu não quero.

Dizem que o meu blog é assim uma espécie de corrente... :P